Quase metade dos municípios brasileiros apresenta situação de alerta ou risco para a presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O cenário chama a atenção para a necessidade de intensificar as ações de prevenção e combate ao inseto, especialmente em períodos de calor e chuva, quando as condições favorecem sua reprodução.
O monitoramento da infestação do mosquito é realizado por meio de levantamentos que identificam a presença de larvas em imóveis e permitem classificar as localidades conforme o nível de risco. Essas informações ajudam as autoridades de saúde a definir estratégias de vigilância e controle.
Um dos principais instrumentos utilizados é o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), que avalia a proporção de imóveis com presença de larvas do mosquito. Pelo critério utilizado nesse levantamento, índices inferiores a 1% são considerados satisfatórios; de 1% a 3,9% indicam situação de alerta; e, a partir de 4%, representam risco de surto.
